LEMBRANÇA DE MORRER
(Alvares de Azevedo)
Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espirito enlaça à dor vivente
não derramem por mim nem uma lagrima
em palpebra demente
E nem desfolhem na matéria impura
a flor do vale q adormece ao vento:
não quero q uma nota de alegria
se cale por meu trsite passamento
Eu deixo a vida como qm deixa o tédio
do deserto o poente caminheiro
- como horas de um longo pesadelo
q se desfaz ao dobre de um sineiro;
Como o desrto de minh'alma errante,
onde fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade - é dessas sombras
q eu sentia velar nas noites minhas...
de ti. ó minha mãe, pobre coitada
q por minha trsiteza te definhas!
De meu pai... de meus únicos amigos,- bem poucos - e q não zombavam
quando em noites de febre endoidecido
minhas pálidas crenças duvidavam.
HJ NUM TEM PORRA D FOTO NENHUMA...QM QSER COMENTAH COMENTA O POEMA E PRONTO!!!
**ouvindo dark tranquility - miseery in me**